sexta-feira, novembro 09, 2012

telejornal

quinta-feira, outubro 18, 2012

Disco Antena 1 - Mario Mata "Sinais do Tempo"

Telejornal dia 13 de outubro 2012

Ja fomos enganados - outra perspectiva

Ja fomos enganados

Não há nada pra ninguem

Balada da Maria

Serei sempre teu

Lisboa é Lisboa

Ai Deus do Céu - versão gama

Já conheço esse olhar

Navio Fantasma

Vamos lá suar é fixe

Mario Mata e Amigos - Ser Solidario- Jose Mario Branco

Mario Mata e Amigos - Mudam-se os tempos - Jose Mario Branco

Novo Cd "Sinais do Tempo"


sexta-feira, abril 13, 2012

Sexalescentes

Sexalescentes

Sexalescentes


 Se estivermos atentos, podemos notar que está aparecendo uma nova franja
social: a das pessoas que andam à volta dos sessenta anos de idade, os
sexalescentes: é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque
simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em
meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que
deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que
até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.
Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta, teve uma vida
razoàvelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos anos e que
conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram durante
décadas ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram, há muito, a
actividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham
aposentar-se.
E os que já se aposentaram, gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou
da solidão, crescem por dentro, quer num, quer na outra.
Desfrutam a situação, porque, depois de anos de trabalho, criação dos
filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem bem olhar para o mar, sem
pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um
5.ºandar...
Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e activas, a mulher tem um
papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando
as suas mães só podiam obedecer e de ocupar lugares na sociedade que as
suas mães nem tinham sonhado ocupar.
Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o
feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude, em que eram
tantas as mudanças, parou e reflectiu sobre o que, na realidade, queria.
Algumas optaram por viver sòzinhas, outras fizeram carreiras que sempre
tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos,
outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas ...
Mas cada uma fez o que quis: reconheçamos que não foi fácil, e, no entanto,
continuam a fazê-lo todos os dias.
Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos
"sessenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse
feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe (e vêem-se), e
até se esquecem do velho telefone para contactar os amigos - mandam e-mails
com suas notícias, ideias e vivências.
De uma maneira geral, estão satisfeitos com o seu estado civil e, quando
não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em
prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos.
Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflecte, toma nota e parte
para outra ...
Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas formas
superlativas, quase insolentes de beleza; mas não se sentem em retirada.
Competem de outra forma, cultivam o seu próprio estilo ... Os homens não
invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um
Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo. Em
vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase
inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta estreiam uma idade que não tem
nome. Antes seriam velhos, e agora já não o são. Hoje têm boa saúde, física
e mental, recordam a juventude, mas sem nostalgias, porque a juventude ela
própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...
Talvez por alguma secreta razão, que só sabem e saberão os que chegam aos
60 no século XXI ...

(Só não sei é quem foi o autor deste magnífico naco de prosa )...
Gravação dos Coros "Por altas serras e montanhas"de Fausto Bordalo Dias. Na imagem Rogério Charraz; Mário Mata; Jorge Palma
Bárbara Braga, Mário João Santos e Fausto Bordalo Dias no Chapitô
Maria Clara Assunção

O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa


Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.
Não pensem qe me esqesi do som “ch”.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”.
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.
Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?
Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.
A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx”.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?
 Páscoa 2012 Penela Carlota e Diana Mata
 Artur Mata Tomar Abril 2012

 Paulo Braga e Artur Convento de Cristo Abril 2012



 Saudades do Cabaret
 Seixal
 Capas



No Tramagal comemora-se o 1º de Maio
 Artur e Carlota , Carnaval 2012
 Mário Mata estreia-se nas Caminhadas
 Carlota
 Tofê e Nanda
 Artur

 Mário Mata e Gaudi
 Gimba gravando o "Ai Deus do Céu"
 Gimba; Zé Barros
 Estamos concentradíssimos !!! João Magalhães e Zé Barros
 Mário João Santos gravando

Ai sim ???? Olhe que não Doutor, olhe que não !!!
 Carlota
 Artur e Carlota
Artur, Raquel e Carlota
 Aniversário Zé Maria e um momento de poesia
Tofê e Zé Maria
 Raquel Mata .Espinhal.
 Artur e Raquel Mata
 Artur Mata e Mário João Santos  (gravaçoes do Fausto)
 Boémia e Zé mario Branco (coros Fausto)
 José Mário Branco ; Rogério Oliveira; João Afonso ; Jorge Fernando
 Vasco (Boémia) ; ... ; Enzo D´Averza.

 Gimba ; Mario Mata ; Mario Joao Santos ; Gloria Clube Lisboa Dezembro 2011